Um ensaio sobre a libertação
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Estado de conservação: Regular/Bom.
Traduzido por:
Maria Ondina Braga
Publicação:
Bertrand, 1977. 122 páginas, acabamento em Brochura com capa flexível, medindo 1.0 cm × 12.0 cm × 18.0 cm, pesando 0.103 kg.
Detalhes:
Série Informação Política
Assunto:
Código 2609211737170
Assiste-se neste momento à implantação, em cada um de nós, de uma angústia interior que quase não podemos explicar. Diríamos que se trata de uma ânsia avassaladora por algo que não se consegue definir.
Por outro lado, assistimos, a nível mundial, a um recrudescimento de movimentos de revolta ou contestação que porão em causa não só o maciço poder explorador do mundo capitalista, como também a actual administração burocrática do socialismo.
Perante este presente tão pouco animador, Herbert Marcuse, um dos maiores pensadores do século XX, propõe que se lute pela liberdade, por uma liberdade onde a produção não fosse demagogicamente controlada pelos trabalhadores — pois como se sabe continuará a ser repressiva —, mas controlada e estabelecida pelos trabalhadores enquanto homens livres. Para Marcuse é chegado o tempo da especulação utópica, uma especulação que conduza à libertação humana.
Por outro lado, assistimos, a nível mundial, a um recrudescimento de movimentos de revolta ou contestação que porão em causa não só o maciço poder explorador do mundo capitalista, como também a actual administração burocrática do socialismo.
Perante este presente tão pouco animador, Herbert Marcuse, um dos maiores pensadores do século XX, propõe que se lute pela liberdade, por uma liberdade onde a produção não fosse demagogicamente controlada pelos trabalhadores — pois como se sabe continuará a ser repressiva —, mas controlada e estabelecida pelos trabalhadores enquanto homens livres. Para Marcuse é chegado o tempo da especulação utópica, uma especulação que conduza à libertação humana.